Vinte projetos são finalistas do Prêmio Aga Khan de Arquitetura
Iniciativa reconhece edifícios que representam com sucesso as necessidades e as aspirações das comunidades em que os muçulmanos têm presença significativa
fonte: Rodrigo Louzas
Vinte projetos são os finalistas do Prêmio Aga Khan de Arquitetura 2013. Os trabalhos, que variam de uma moderna torre residencial ao renascimento de técnicas de construção tradicionais, concorrerão a um prêmio de 1 milhão de dólares.
Lançado em 1977, o prêmio objetiva identificar edifícios que representam com sucesso as necessidades e as aspirações das comunidades em que os muçulmanos têm presença significativa. Os projetos são avaliados não somente pela estética arquitetônica, mas também pela melhoria da qualidade de vida que o empreendimento traz para a população.
Os selecionados são localizados em diversos países como China, Marrocos, Síria, Índia, Tailândia e Áustria. Entre os arquitetos selecionados, estão Bernado Bader Architects, Shigeru Ban, Salima Naji e WOHA Architects.
"As escolhas refletem, em grande parte, a preocupação central deste Prêmio: o impacto dos prédios e dos espaços públicos na qualidade de vida. Embora isto possa parecer convencional nos dias que correm, devemos recordar-nos que o Prêmio Aga Khan tem vindo a fazer referência à "escala humana" e à "sustentabilidade" desde 1977", disse Farrokh Derakhshani, diretor do prêmio.
O resultado do Prêmio Aga Khan de Arquitetura 2013 sai em setembro.
Confira todos os finalistas: Escola Primária Maria Grazi Cutuli, em Herat, Afeganistão Autor: 2A+P/A, IaN+ e Mario Cutuli | ||||||||||||||||||||
Autor: Bernado Bader Architects
Autor: Trace Architecture Office
Autor: Minakshi Jain
Autor: Rumah Asuh e Yori Antar
Autor: AbCT - Architecture e Collective Terrain
Autor: ICHTO East Azerbaijan Office
Reconstrução do Campo de Refugiados de Nahr el-Bared, em Trípoli, Líbano
Autor: United Nations Relief & Works Agency (UNRWA) e Nahr el-Bared Reconstruction Commission for Civil Action and Studies (NBRC)
Autor: Marc Mimran Architecture
Autor: Groupe 3 Architectes
Autor: Salima Naji
Autor: Riwaq - Centre for Architectural Conservation
Autor: Mass Design Group, Boston, MA, USA
Autor: Peter Rich Architects
Autor: Shigeru Ban Architects
Autor: Studio Tamassociati
Autor: Ateliers Lion Associés e Dagher Hanna & Partners
Autor: Bangkok Project Studio e Boonserm Premthada
Autor: WOHA Architects
Autor: Abdullah Al-Hadrami
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terça-feira, 21 de maio de 2013
finalistas do Prêmio Aga Khan de Arquitetura
quinta-feira, 16 de maio de 2013
Foster + Partners projetam aeroporto na Jordânia
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O Aeroporto Internacional Queen Alia, na cidade de Amã, capital da Jordânia, foi projetado para assegurar a posição estratégica da cidade frente à região oriental e de sustentar o crescimento anual de 6%, previsto para os próximos 25 anos. Com assinatura do escritório britânico de arquitetura Foster + Partners, a obra possui traços modulares e flexíveis, facilitando futuras expansões. Com a construção, o aeroporto terá capacidade para transportar 12 milhões de passageiros por ano até 2030.
O edifício é basicamente constituído de concreto, em resposta ao clima da região, que registra fortes variações de temperatura entre dia e noite, principalmente no verão. As cúpulas rasas de concreto se estendem para sombrear a fachada. A estrutura, em formato de folhas de palmeira do deserto, permite a iluminação natural através da junção das colunas. A estampa geométrica, que representa as veias das folhas, se baseia em formas tradicionais islâmicas e foi desenvolvida em conjunto com especialistas em geometria locais.
A parte central do prédio contempla as principais atividades do aeroporto: lojas, lounges e restaurantes. Ao redor do bloco, duas alas para portões de embarque e desembarque, um em cada extremidade do edifício. Os volumes são envolvidos por espaços abertos, que contribuem com a iluminação do complexo.
A fachada do edifício é totalmente envidraçada, o que auxilia na localização do passageiro dentro do aeroporto. Apenas nos locais de maior incidência solar foram instaladas persianas horizontais, de modo a minimizar a incidência direta.
Confira imagens e desenhos do aeroporto:
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Ficha Técnica
Início das obras: 2008
Conclusão: 2012
Cliente: Airport International Group, Ministério dos Transportes do Reino Hachemita da Jordânia, Joannou & Paraskevaides (Overseas) Ltda, J&P-AVAX S.A., Airport International Group P.S.C.
Contratante principal: Joannou & Paraskevaides (Overseas) Ltda, J&P-AVAX S.A.
Arquitetos Foster + Partners: Norman Foster, Mouzhan Majidi, Huw Thomas, Jonathan Parr, Darryn Holder, Riko Sibbe, Gunnar Dittrich, Irene Wong, Sang-kil Park, Alicja Kiszczuk, Maria de la Guardia, Coco Cugat, Andres Flores, Carol Aoun, Asa Nilsson, Christoph Vogl, Sebastian Gmelin, Petr Stefek
Arquiteto Colaborador: Maisam - Dar Al-Omram JV
Engenharia estrutural: Buro Happold
Inspeção de quantidade: David Langdon
Engenharia mecânica e elétrica: Buro Happold
Paisagismo: Dar Al-Handasah
Engenharia de iluminação: World of lights
Consultores adicionais: NACO, ADPi, Zuhair, Fayez Patnership, Rahe Kraft
fonte: Gustavo Jazra |
terça-feira, 14 de maio de 2013
Arquitetura em vidro em Tóquio
Foi inaugurado recentemente o primeiro projeto do escritório OMA em Tóquio, no Japão. Trata-se da loja da marca Coach, cuja fachada é formada por 210 blocos envidraçados, compondo não só o revestimento, como também a vitrine do edifício. O projeto, localizado na área de Omotesando, contou com a colaboração do arquiteto Shohei Shigematsu.
As caixas translúcidas foram montadas nas orientações vertical e horizontal, criando um jogo de formas e desenhos. Além da fachada, o escritório também utilizou blocos de acrílico iluminados em volta da escada central da loja, criando mais um espaço para exibição de produtos. Desta forma, o cliente sempre estará cercado de itens de compra.
"Em comparação com as edificações cada vez mais decorativas que caracterizam Omotesando, o design de OMA integra fachada com exposição. Vista do interior, as caixas translúcidas fornecem um contexto ativo para a mercadoria e uma filtragem da paisagem urbana de Omotesando durante a experiência de compra", acredita Shigematsu.
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